A porta do Céu
Havia um agricultor que habitava uma pequena casa no campo.
Era pobre, mas dotada de uma beleza estampada pela simplicidade que a todos encantava.
Sua vida era plena, pois vivia de acordo com a vontade do Pai, a quem, todos os dias, agradecia pelas bênçãos recebidas: pelo sol, pela brisa, pela água, pelos pássaros, flores, pelo alimento plantado e colhido por suas mãos.
Simples, nasceu; simples, viveu; simples, morreu.
Em seu leito de morte, anjos cantaram hosanas ao Pai por aquele que retornava à pátria celestial.
Era pobre, mas dotada de uma beleza estampada pela simplicidade que a todos encantava.
Sua vida era plena, pois vivia de acordo com a vontade do Pai, a quem, todos os dias, agradecia pelas bênçãos recebidas: pelo sol, pela brisa, pela água, pelos pássaros, flores, pelo alimento plantado e colhido por suas mãos.
Simples, nasceu; simples, viveu; simples, morreu.
Em seu leito de morte, anjos cantaram hosanas ao Pai por aquele que retornava à pátria celestial.
Havia um outro agricultor que morava no mesmo campo, que, também pobre, reclamava do vento, por não ser suficiente para aplacar o calor; pela água que não era tão limpa quanto desejava; pelo esforço demasiado no plantio e pela colheita que não era suficiente para obter os recursos que desejava; pelo sol que gerava um calor inclemente.
Pobre nasceu, triste viveu e revoltado morreu.
Também foi recebido pelos anjos do Pai, mas que expressavam, em suas fisionomias, uma grande preocupação.
O homem os olhou e perguntou onde era a entrada para o paraíso, pois acreditava que, pelos seus sofrimentos, seu acesso já estaria garantido.
Um dos anjos o olhou, ponderou com ele suas decisões, comportamentos e valores durante a vida, mostrando-lhe que a túnica que dava acesso ao banquete celestial exigia mudanças profundas em sua personalidade.
Em seguida, mostrou-lhe a porta para o paraíso: a porta da reencarnação.
A vida é um momento único que a espiritualidade Superior nos concede à transformação de nossas almas.
Quando nos perdemos nos cipoais da invigilância, deixamos de aproveitar as lições que nos são caras para o nosso desenvolvimento espiritual.
Por isso, a advertência de nosso Senhor: orai e vigiai para não cairdes em tentação ou no sono letárgico que também destrói o caráter do homem na Terra.
Mensagem mediúnica
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